Leia e tire suas próprias conclusões - 2012

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2012: É Verdade?

Whitley Streiber

11 de Outubro de 2005


Só nos últimos dois anos, aconteceram dois grandes terremotos que devastaram áreas bastante habitadas e muitas outras menores onde houve grande dano; o rio Amazonas quase secou (?), o Ártico começou a derreter, as calotas de gelo da Groenlândia e da Antártida tornaram-se instáveis, e o clima virou um monstro complexo.

O que é tão interessante a respeito disso é que o nosso planeta não é o único no Sistema Solar que parece estar afetado. Houve sinais de clima incomum em Saturno, e Marte parece estar experimentando declínio da calota polar, não diferente do nosso próprio planeta. Agora um jornal científico foi publicado sugerindo que atividade solar aumentada pela década passada causou de o sol contribuir de alguma porcentagem de dez a trinta por cento desse calor adicional.

De fato, a publicação não só sugere isto; percorre um longo caminho a fim de prová-lo. Isto leva a crer a algumas pessoas, de que não precisamos nos preocupar a respeito do aquecimento global, pois o responsável é o sol; mas, evidentemente, a culpa não é TODA do sol e nós podemos e devemos fazer alguma coisa a respeito da parte que é responsabilidade nossa. A verdade é que o impacto adicionado do aquecimento solar faz o problema incrìvelmente urgente. Todo este processo natural do planeta está perto de ir para o caos, e quando isso acontecer é possível que bilhões de nós morram, e as áreas mais vulneráveis são os Estados Unidos, Europa e China, assim nós, americanos dos EUA, não podemos ficar esperando passivamente enquanto o resto do mundo sofre pelos nossos pecados.

Quem não se esforçar por fazer alguma coisa a respeito do aquecimento global é um insano, e os líderes que não se dedicarem a isso estão se encaminhando para cometer o maior crime contra a humanidade que a humanidade já conheceu.

Quando eu trabalhava no Superstorm (vide Google em português) não havia modelos, não havia padrões que fatorassem o crescente aquecimento do sol. Mas, aí está a criação de uma catástrofe não diferente daquela que profetizava o fim da era, de acordo com José Argüelles, por Pacal Votan, um chefe maia do sexto século d.C.

Estou começando a ver à minha volta, evidência de que a profecia deste homem estava correta. A razão de que seria assim é completamente um outro assunto, e a que eu não posso me dedicar exceto especulando, mas eu posso dizer que, se as coisas se mantiverem deteriorando à taxa atual, está para haver desastres ambientais de ferocidade improcedente em poucos anos, e eu não ficaria surpreso se isto não acontecesse por volta de 2012. (antes, então?)

Não há dúvida nenhuma que uma era está no fim bem agora. Nos dois últimos anos os problemas se tornaram tão evidentes que estão difíceis de serem ignorados. O sol está mais ativo agora do que há mil anos atrás. O pólo magnético está mostrando sinais de uma mudança. Temporais estão se tornando mais freqüentes e catastróficos. A pressão humana em cima do funcionamento natural do planeta está oprimindo ràpidamente sua capacidade de ficar vivo. A Terra está morrendo.
E então há os terremotos e as sugestões sutis de que grandes acontecimentos vulcânicos podem estar perto de acontecer. Há coisas que ninguém realmente compreende, tais como o lugar quente a leste de santa Bárbara, Califórnia, e os sinais de atividade abaixo de alguns dos super-vulcões do mundo.

Os terremotos é o fenômeno mais estranho. Por que eles estão acontecendo agora? Estão eles de algum modo relacionados à atividade solar? Se estiverem, não é algo que a nossa própria ciência compreenda. Além disso, temos compreensão duvidosa se existe uma ligação entre terremotos que acontecem em seqüência próxima, uns aos outros, mas, em falhas não relacionadas.

Havia um livro publicado a alguns anos atrás intitulado "Hamlet's Mill" que sugeria que muito dos antigos simbolismos era uma tentativa de avisar o (então) futuro distante que a Terra frequentemente, talvez num ciclo regular de cerca de 12.500 anos, entrava em estado de caos.

Depois da publicação deste livro, ficamos sabendo que houve uma série complexa de cataclismos neste planeta por volta de 12.500 anos atrás, o que levou ao colapso da então glaciação extensa do mundo e ao começo da era inter-glaciária na qual temos passado nossa inteira história registrada.

Há toda a espécie de evidência, comentada por vários autores, notàvelmente Rand e Rose Flem-Ath e Graham Hancock, sobre o efeito que alguma espécie de civilização passada, avançada em modos que fica difícil para nós de entender, foi totalmente destruída durante este tempo.
Os níveis dos mares subiram fantàsticamente durante o derretimento desses gelos, e eles subiram ràpidamente centenas de pés em poucos séculos. Atualmente, nós vivemos no que seriam as terras altas daquele período. Enormes extensões de terra que havia naquele período, agora não mais; e há sugestões (sinais) aqui e ali, de que cidades e outras estruturas poderiam estar inundadas, agora longes de terra firme. Mas a arqueologia subaquática está em sua infância, e a geologia não produziu mais que uma idéia tosca, esboçada, de onde os limites das águas costeiras estavam durante a última glaciação. Junte-se a isso a probabilidade de que, além disso, os terremotos alteraram os formatos das terras, e as oportunidades de detecção de remanescências inquestionáveis de mesmo uma grande civilização, se torna remota.

Todavia, em memória e em profecia, nós temos mesmo indicações de que esta civilização já existiu e de que esta tentou repassar aviso.

Nós estamos vivendo no tempo identificado como a próxima era do caos, e faríamos bem em reconhecermos esse fato da mesma maneira como eles em seu tempo, a fim de fazermos o quer eles fizeram, que é projetar algum remanescente do que realizamos e qual sabedoria ganhamos, para diante, para a frente, para a próxima Idade do Homem (para a próxima fase da humanidade como espécie). É oportuno perguntar, então, o que é para ser feito? Eu não vou defender a sobrevivência e não vou recomendar a compra de lanternas elétricas e de sementes. O tempo e a oportunidade nos apanharão a todos, e será uma questão de sorte e de "mover dedo na parede" (expressão idiomática), quem sobrevive e quem não sobrevive..

É melhor que nós, humildemente, reconheçamos que, de algum modo, o passado tinha posse de conhecimento extremamente poderoso. Isto é demonstrável: textos maias identificam 2012 como um ano memorável; e o meio-ambiente está se desintegrando de modos que sugerem que esta predição, feita cerca de algumas centenas de anos atrás por um homem que nem mesmo tinha o uso da roda, é talvez a mais poderosa idéia humana formada em toda a nossa história. Se ele estiver certo, então não fica difícil de afirmar que a dele era a melhor mente que já viveu ao menos durante este ciclo em particular.

Por quase três milhões de anos, a Terra foi agitada por instabilidade climática. A natureza periódica das eras do gelo sugere que o sol vai ficando cada vez mais quente durante um grande ciclo de milhares de anos, causando a liberação de gases de efeito-estufa através de meios naturais, o que causa um pico na temperatura do ar o que derrete violentamente o gelo provocando um outro período inter-glacial, quando o sol repentinamente muda e vai se resfriando novamente.

O enorme ciclo solar deve existir agora, mas nem sempre existiu. De fato, a Terra passou por épocas inimaginàvelmente longas numa condição de estabilidade diferentemente de qualquer coisa que conhecemos através da história inteira do nosso desenvolvimento. Durante muitos desses períodos, não havia calotas polares, e a vida evoluía lentamente, impelida pela competição por espaço de vida para a miríade de formas e de estratégias de sobrevivência que nós vemos hoje em volta de nós.

Todavia nos passados três milhões de anos, o oposto tem sido verdadeiro. O ciclo contínuo de esfria-esquenta pelo qual o planeta está passando forjou destruição à natureza. O número de espécies entrou em declínio naquele período inteiro, e justamente agora "alcançou o pico do sino", o pico senoidal. Nós veremos uma fenomenal derrocada seqüencial da vida nos próximos poucos anos, isto é, um maciço colapso no número de formas de vida no planeta.
O evento da extinção, que nos criou, em outras palavras, está prestes a desafiar a nossa própria existência.

Não é como se não tivesse acontecido antes. De fato, sempre houve uma gigantesca mudança climática, os primatas reagiam adaptando-se outra e outra vez a mudanças de condições. Não fosse pela instabilidade da situação presente nós nunca nos teríamos tornado uma espécie inteligente.

Agora, esta inteligência deve ser exigida novamente, para nos levar ao próximo período de relativa calma. Durante este período, deixaremos para trás quase tudo o que agora conhecemos como civilização. A sociedade de consumo será a primeira a ir-se, uma vítima da superpopulação e da nossa falha em nos dedicarmos à necessidade de encontrarmos novas fontes de energia a tempo. Com ela irá os Estados Unidos como superpotência. Nós já estamos nas últimas fases disso: como o Império Britânico em 1910, nosso país está subjugado pelo débito e começando a tratar a impaciência em seus Estados fregueses com extraordinária brutalidade. Logo haverá algum cataclismo, talvez o inesperado colapso do petróleo saudita, ou a detonação de bombas atômicas em nossas cidades ou uma grande praga - quem sabe o que será - mas por outro lado, o mundo não mais será dominado por uma superpotência.

Ao mesmo tempo e como conseqüência da queda da superpotência, virá um período de mudança climática tão rápida que estações de crescimento no mundo inteiro estarão desorganizadas ao mesmo em tempo que a circulação, pelo mundo, de alimentos em larga escala se torna problemática devido à falta de fontes de energia. Isto é como remeter doença e penúria numa escala muito ampla, especialmente em áreas que não sejam auto-suficientes em alimentação. Isto não é um quadro bonito, e a falha da liderança humana no mundo inteiro - bem numa época quando a inovação criativa seria mais necessária -, condenou-nos a grande sofrimento.

Assim, por que não simplesmente continuar e dirigir-se à minha espada ou direcionar uma arma para a minha cabeça? Porque eu estou otimista a respeito do futuro, e tenho bom motivo para estar.

Ao mesmo tempo que todas essas forças negativas estão se agrupando e se arrumando contra nós como alguma espécie de exército sombrio de soldados invencíveis com as armas monstruosas do apocalipse, todos apontando diretamente para os nossos corações, a mente humana está reagindo de modos tão além do que nós atualmente compreendemos que nenhuma descrição é suficiente.

De qualquer modo, nós estamos em curso de colisão com dois destinos: o planeta está prestes a se desfazer de nós como um cavalo abanando a sua cauda por causa de uma mosca persistente, enquanto ao mesmo tempo nós estamos a ponto de fazermos uma série de fenomenais rompimentos de barreiras científicas as quais podem finalmente levar a mente em direção ao que se tem tentado ir desde quando procurávamos e víamos que as estrelas, o que está fora do corpo para o mundo circundante e o universo, ao conhecimento total, à total liberdade e a um futuro tão fantástico que o que nós seremos em 50 anos o seremos tão radicalmente diferentes do que somos agora que estaremos todos irreconhecíveis a nós mesmos. Se vivermos.

Isto já aconteceu antes. Durante os últimos estágios da era dos dinossauros, o clima entrou em fase instável também, a qual durou cerca de três milhões de anos antes de um grande cataclismo desferir o golpe de misericórdia. Durante esse tempo, o número de espécies de dinossauros gradualmente diminuiu, e novas espécies, altamente inteligentes para os padrões dos dinossauros, como os Struthomimus evoluíam. Esta pequena besta, rápida e esperta, surgiu como uma reação a um clima constantemente ameaçador.

Em tempos modernos (pelos padrões geológicos), os mamíferos reagiram ao nosso próprio desafio climático evoluindo para uma outra espécie altamente inteligente: nós. Mas nós somos um contendor muito melhor do que Stuthomimus, e por uma razão muito específica: somos inteligentes o suficiente e informados o suficiente para induzirmos em nós mesmos evolução adicional e mais rápida, e talvez nos salvemos a nós mesmos e mesmo a nossa civilização, da próxima elevação da superfície da Terra.

Realmente, eu não acredito que um meio-ambiente em mudança seja realmente o nosso maior inimigo. O nosso maior inimigo é uma parte da natureza que está oculta dentro de nós. É o desejo de morrer que aparece da pressão de população excessiva. O desejo de morte começou a ser engatilhado já faz muito tempo, em meados do século dezoito, quando uma inquietação varreu a Europa enquanto a população das cidades crescia em aglomerações e em imundícies. Em meados do século dezenove, houve duas revoluções principais, a francesa nos anos de 1780 e o levante dos anos de 1840. Nos Estados Unidos nos anos 1860, foi travada a primeira guerra de destruição de população. E então, no começo do século vinte, o disparo de uma única bala para dentro do cérebro de um arquiduque na Bósnia ligou uma máquina de matar que inventamos na forma de corrida armamentista européia, que se desenvolveu de 1890 a 1914.

Essa máquina de matar, começada por aquela única bala, nunca foi desligada. É diretamente responsável pela ascensão do comunismo e do nazismo e pela maciça avalancha de morte que trouxeram para este mundo. Realmente, eu poderia te levar, de acontecimento a acontecimento, dessa bala à última morte no Iraque e te mostrar exatamente como este encadeamento não foi quebrado.

Eu poderia te levar, também, através do inferno pernicioso das ideologias em oposição que mantêm a máquina funcionando, e te mostrar como um mais amplo sentido de inimizade, expressada repetidamente como um desejo de se associar a uma ou a outra condição utópica, tem ameaçado o ser humano de dentro para fora, mesmo enquanto que o meio-ambiente nos ameace de fora para dentro.

Mas isto aqui não é uma lição de história. É sobre o que nos espera para frente, pois o maquinário de guerra poderia finalmente ser desmontado, e, se sim, então a mente humana saltará para a liberdade, e acontecerão maravilhas.

Uma confluência de descobertas científicas contém uma promessa para nós, quase imensurável. Estamos na posição, provàvelmente pela primeira vez de quaisquer dos ciclos passados, de controlar a nossa própria evolução, e daí também da natureza que agora controla as nossas vidas com seus perigos, com seus ciclos arbitrários, e com sua indiferente escolha de papéis (desempenhos) de espécie após espécie a caminho da morte.

Tecnologias biológicas e informáticas estão prestes a se juntar de modos mais que surpreendentes, o que sugere que nós poderemos finalmente nos livrar da dependência do desejo de morte e de todas as superstições e ideologias tolas que saem dela, do mito do bom comunista ao mito do super-homem, ao mito do mercado livre, e deixar tudo isso para trás e junto a isso as superstições sociais e religiosas que guiam as nossas ideologias para o monte de cinzas das idéias imprestáveis e dos falsos deuses.

Enquanto a nossa capacidade de criar sempre mais nodos de informação densa está aumentando exponencialmente, assim também está a nossa capacidade de passar informação para o cérebro, e para alterar a nós mesmos em modos que nos capacitam a processá-la com grande eficiência. E esta é somente uma das muitas áreas na qual a ciência está progredindo para a espécie exata do estado humano pós-apocalíptico que foi profetizado, que nós alcançaremos a superconsciência mesmo que o mundo caia em fragmentos à nossa volta.

É evidente que a nossa aproximação a este estado não está ligada a nenhuma espécie de mágica, exceto pelo espírito através do qual Pacal Votan dizia que ele falaria era entrelaçado de incompreensível mágica. Assim como a ciência comum vai fazer a mágica do ser humano superconsciente se tornar realidade, foi esse espírito que capacitou os arqueólogos a descobrir a tumba de Pacal Votan, e trouxe sua existência de volta à luz.

A mágica, quando você a compreende, deixa de sê-la, e nós estamos ràpidamente alcançando a condição humana ideal, que é uma na qual a pessoa média é esperta demais para acreditar em superstições de morte e em ideologias que nos agarram como seres maus tentando nos impedir de cumprir o nosso destino, que é o de alçar vôo e encher o universo com a mente humana, com o espírito humano e com o ser humano.

Se vivermos...

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